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Nubank vale mais de US$ 10 bilhões

Nubank vale mais de US$ 10 bilhões
29 jul 2019

Nubank se tornou primeira startup brasileira a atingir mais de US$ 10 bilhões em valor de mercado; ela tem 12 milhões de clientes


Nubank se tornou a primeira startup brasileira a ultrapassar US$ 10 bilhões em valor de mercado: ela recebeu uma rodada de investimento liderada pelo fundo americano TCV, conhecido por ter apostado em empresas como Netflix, Airbnb e Facebook. A fintech possui 12 milhões de clientes no Brasil, incluindo o cartão de crédito sem anuidade e a NuConta.

A nova rodada de investimento foi anunciada nesta sexta-feira (26), transformando o Nubank no “maior banco digital do mundo”, segundo a própria empresa. De acordo com a Bloomberg, a startup passou a ser avaliada em US$ 10,4 bilhões, a mais valiosa da América Latina.

Nubank vale mais de US$ 10 bilhões

No Vale do Silício, criou-se o termo “unicórnio” para descrever startups que ultrapassam US$ 1 bilhão em valor de mercado. À medida que isso se tornou mais comum, surgiu um novo termo: “decacorn”, ou “decacórnio”, empresa que vale mais de US$ 10 bilhões — e o Nubank chegou a esse patamar.

Nubank anuncia escritório na Argentina

Esta é a primeira vez que o fundo TCV aposta em uma empresa da América Latina; ele foi criado em 1995 e investiu bilhões de dólares em mais de 300 companhias, incluindo Airbnb, ByteDance (dona do TikTok), Facebook, GoDaddy, LinkedIn, Netflix e Spotify.

Nubank recebe US$ 400 mi para crescer na América Latina

O Nubank arrecadou US$ 400 milhões desta vez, a maior rodada de investimento na história da empresa. Esse dinheiro “vai nos ajudar com nossa expansão das nossas operações no Brasil e nos nossos novos mercados, México e Argentina”, explica o CEO do Nubank, David Vélez, em entrevista à Reuters.

O México deve receber produtos financeiros do Nubank até o final do ano; enquanto a Argentina será contemplada apenas no primeiro semestre de 2020.

“Em alguns países da América Latina, deveremos ter um papel ainda mais importante do que temos no Brasil, pois os bancos estão muito atrasados”, diz a cofundadora Cristina Junqueira ao Estadão.

A rodada de investimento foi liderada pelo TCV e contou com os fundos da chinesa Tencent, DST Global, Sequoia Capital, Dragoneer, Ribbit e Thrive Capital.

 

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